42 % dos policias sofrem dores no pescoço, ombro e coluna.

As exigências físicas e os fatores psicossociais existentes entre os profissionais de segurança estão intimamente relacionados e contribuem para o aumento do risco de diversas lesões e patologias ligadas ao aparelho osteomuscular. Entre elas, surgem como as mais frequentes- as dores de costas, sobretudo na região lombar, limitando e restrigindo o exercício profissional e nalguns casos à perda de dias de trabalho.

 

De acordo com um estudo realizado as lesões osteomusculares assumem uma posição relevante na saúde dos agentes da policia. Foram relatados com maior frequência as dores de pescoço, costa ou coluna, luxações nas articulações, bursites, atrites e reumatismos. Constatou-se ainda que a predominância de lesões músculo-esqueléticas está diretamente relacionada com o exercício profissional.

MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS

Entre as diversas manifestações clínicas de ordem osteoarticular que provocam dor e alteração/restrição na mobilidade articular, destacamos um desequilíbrio postural bastante comum entre os profissionais da policia. Trata-se de um padrão de marcha alterada, com o braço direito balançando para fora, para acomodar a arma de fogo. Mesmo quando os policiais não estão usando o respetivo cinto, este braço oscilante característico é um padrão de marcha habitual, devido ao permanente uso do uniforme. Este padrão de alteração diminui a qualidade de movimento, e pode desencadear problemas na região lombar e bacia.

    

Neste contexto, a Osteopatia pode oferecer uma mais valia. Consulte-nos.

 

A sua carreira não vale a dor que sente ao longo da sua vida, o sofrimento e a possível incapacidade. Cuida das suas costas !!

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